A discricionariedade administrativa e o ônus de divergir do algoritmo

A administração pública brasileira incorpora, em ritmo acelerado, sistemas de inteligência artificial como instrumentos de apoio à decisão. Triagem de benefícios, priorização de fiscalizações, análise de risco em contratações, apoio à instrução de processos: em todos esses domínios, a fórmula que acompanha a tecnologia é a mesma e soa tranquilizadora. O sistema apenas recomenda; a

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