Nota da Curadoria Em ato em 18 de outubro de 2026, Flávio Bolsonaro comemorou a saída de Anthony Garotinho do comando da Segurança do Rio em 2004; episódio foi celebrado nas proximidades da família Garotinho e não há registro de reações imediatas. A comemoração pública, por parte de um candidato à Presidência, da exoneração de um adversário político ocorrida há mais de duas décadas revela o tom das disputas que seguem presentes na cena eleitoral e reabre um episódio antigo como munição retórica. No dia 18 de outubro de 2026, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) celebrou a exoneração de Anthony Garotinho (Republicanos) do cargo de secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, ato que havia ocorrido em 2004. O gesto ocorreu em local próximo à família Garotinho, conforme a apuração disponível, e tem sido interpretado como um movimento de confronto público entre núcleos políticos com história de antagonismo.
Ainda que a dispensa citada seja um fato administrativo de 2004, a celebração por parte de um postulante ao Planalto inscreve o episódio novamente no debate público, com potencial para alimentar narrativas eleitorais e aprofundar polarizações. O material consultado não traz declarações adicionais do senador nem de Anthony Garotinho, tampouco detalha as circunstâncias que motivaram a exoneração em 2004; essas lacunas mantêm incerta a amplitude do efeito prático do episódio sobre as campanhas em curso. Leia a matéria completa em Folha - Poder: acessar a publicação original .