Nota da Curadoria No primeiro debate do segundo turno, em 18 de outubro de 2026, Lula defendeu seu legado econômico; Flávio Bolsonaro enfatizou alta no preço dos alimentos e endividamento. O primeiro debate presidencial do segundo turno, realizado em 18 de outubro de 2026, reforçou o contraste entre duas narrativas econômicas que devem marcar os dias finais da campanha e ouvir os eleitores preocupados com o orçamento doméstico. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a maior parte de sua exposição defendendo o legado econômico de seu mandato. A defesa do governo concentrou-se em validar a trajetória econômica atribuída à sua gestão.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) respondeu centrando a crítica no aumento do preço dos alimentos e no crescimento do endividamento das famílias. Sua intervenção enfatizou o efeito direto dessas questões sobre o poder de compra dos eleitores. O embate deixou explícito que a disputa no segundo turno se dará tanto em torno de avaliações sobre o passado governamental quanto em torno da sensação cotidiana do eleitor quanto ao custo de vida. Famílias com orçamentos apertados aparecem como o público mais sensível às mensagens de ambos os lados.
Com as posições confirmadas no primeiro encontro entre os candidatos no segundo turno, a campanha tende a repetir o confronto entre defesa de legado e denúncia de impactos econômicos imediatos. Não houve, no relato disponível, detalhamento de propostas inéditas que possam alterar de forma imediata a dinâmica econômica apontada por ambos os candidatos. Leia a matéria completa em Folha - Poder: acessar a publicação original .