O paciente entra no consultório com o nome do remédio anotado em um papel. Soube dele antes do médico, e sabe que o SUS ainda não o incorporou. A pergunta que traz não é qual tratamento fazer, mas como conseguir aquele medicamento. Cenas assim ajudam a entender os números do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Só entre janeiro
Leia no Curador Legal