Nota da Curadoria Rubio disse que os EUA não ajudaram a chegada de Flávio Bolsonaro a Miami; o senador desembarcou na quarta‑feira, segundo a nota. A declaração do secretário de Estado Marco Rubio, feita na tarde de sábado, negou que os Estados Unidos tenham facilitado a saída do senador Flávio Bolsonaro, que desembarcou em Miami na quarta‑feira. O episódio reacende atenção sobre deslocamentos internacionais de autoridades brasileiras e sobre a postura de Washington diante de perguntas sobre viagens de políticos estrangeiros. Rubio afirmou, na tarde deste sábado (31 de outubro de 2026), que os Estados Unidos não facilitaram a fuga do senador Flávio Bolsonaro, que desembarcou em Miami na quarta‑feira (28 de outubro de 2026).
A afirmação foi apresentada como resposta direta às notícias e indagações sobre a presença do parlamentar em solo norte‑americano. A nota do secretário de Estado não detalha procedimentos adotados pelas autoridades americanas para monitorar ou autorizar a entrada do senador, nem menciona se houve contatos formais com autoridades brasileiras antes ou depois do desembarque. Também não há, no texto divulgado, informações sobre pedidos de cooperação jurídica entre os dois países relacionados ao caso. A mensagem de Washington tem impacto político imediato, porque toca simultaneamente em temas de soberania, relações bilaterais e na percepção pública sobre mobilidade de figuras políticas sob questionamento.
A confirmação de que não houve intervenção oficial dos EUA neutraliza, por ora, uma linha de investigação que vincularia o governo norte‑americano a uma eventual ajuda à fuga. A postura americana poderá ser cobrada por atores políticos e pela imprensa nos próximos dias, e qualquer novo esclarecimento dependerá de comunicações oficiais adicionais. Até o momento da declaração de Rubio não havia divulgação de documentos públicos que explicassem detalhes logísticos ou administrativos sobre a entrada do senador em Miami. Leia a matéria completa em Folha - Poder: acessar a publicação original .