Nota da Curadoria Registro de voto de 2009 mostra que, como deputado estadual no Rio, Flávio Bolsonaro se posicionou contra projeto que retirava arma de policial acusado de violência doméstica; a proposta, contudo, foi aprovada pela Alerj. O voto contrário de Flávio Bolsonaro a um projeto que suspende a posse de arma de policiais que praticarem violência doméstica reaparece como ponto de atenção na campanha presidencial. O registro de uma decisão legislativa passada projeta-se sobre o debate atual sobre segurança pública e proteção de vítimas. O episódio ocorreu em 2009, quando Flávio atuava como deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
Na época filiado ao PP, ele votou contra a proposta; ainda a Alerj aprovou o projeto naquele ano. A proposta estipulava a suspensão da posse de arma dos policiais que tivessem praticado violência doméstica, buscando retirar o acesso a armamento de agentes envolvidos em agressões no âmbito familiar. O material disponível não traz o autor do projeto nem o texto integral da redação aprovada. A medida aprovada teve efeito direto sobre a regulação do acesso a armas por integrantes das forças de segurança em situações de violência doméstica, potencialmente ampliando mecanismos de proteção às vítimas ao limitar a capacidade do agressor de manter armamento em sua posse.
O registro do voto compõe o histórico parlamentar de Flávio Bolsonaro e será considerado por eleitores e adversários ao avaliar suas posições sobre controle de armas e políticas de proteção a vítimas. Não há, no material consultado, declarações públicas do parlamentar na ocasião explicando seu voto. Leia a matéria completa em Folha - Poder: acessar a publicação original .