Sim. A gamificação e os rankings de produtividade podem causar dano moral quando deixam de ser simples ferramentas de gestão e passam a expor, constranger, humilhar ou pressionar excessivamente os trabalhadores. A empresa pode estabelecer metas, acompanhar desempenho, criar programas de incentivo e até comparar resultados, mas o poder de direção do empregador encontra limites
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