Columbano Feijó: usar esse mecanismo para causar prejuízo ao cônjuge é uma forma de traição patrimonial Divulgação O aumento na abertura de holdings familiares, adotadas para reorganizações societárias e obtenção de vantagens tributárias, também fez crescer o emprego da ferramenta em tentativas de fraudar a divisão de bens em casos de divórcio. Muitas disputas foram parar no Judiciário. Ainda assim, advogados da área de organização patrimonial defendem o uso do instrumento. Decisão recente da 4ª
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