Por Emerson Voltare
Por quase três anos, quem precisava conversar sem ser ouvido comprava um Anom. Não havia loja nem contrato: o aparelho passava de mão em mão, caro, com um aplicativo que só falava com outro Anom. Chegou a cerca de 12 mil unidades. E funcionava. As mensagens saíam cifradas e chegavam cifradas, exatamente como o vendedor
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