Muito além do DNA: “Não está brincando de pai”, diz juiz ao reconhecer paternidade de tio

Via @portalmigalhas | Após quase uma década de cuidados, o juiz de Direito Manuel Eduardo Pedroso Barros, da 1ª vara de Família e de Órfãos e Sucessões de Planaltina/DF, reconheceu a paternidade socioafetiva de um homem em relação à sobrinha de 9 anos autista. Ao determinar a inclusão do tio no registro de nascimento, o magistrado afirmou que "quem pede para assumir o ônus da paternidade, e não apenas o seu afago, não está brincando de pai". 10 anos de cuidados Segundo os autos, após o fim do re

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