Por Marcos Pereira
O Brasil está aprendendo a condenar por arquivo. E o processo penal, sem o anunciar, vai trocando a presunção de inocência pela presunção de integridade daquilo que chega pela tela. Um vídeo que chegou pelo WhatsApp. Um print recortado, de origem que ninguém declara. Uma tela capturada por interessado, exportada por interessado, juntada por interessado.
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