Via @consultor_juridico | O Pleno do Tribunal de Justiça do Amazonas recebeu nesta sexta-feira (21/8) a queixa-crime contra um promotor de Justiça que chamou uma advogada de cadela durante sessão de julgamento do Tribunal do Júri. O colegiado concluiu que há justa causa para a ação penal privada por injúria. Relator do processo, o desembargador Décio Santos afastou a hipótese de causa temerária e decidiu que há plausibilidade no relato da vítima. A ofendida é a advogada Catharina Ballut, e a ofe
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