Por Vinicius Abrantes
Em abril de 2026, a Cour Supérieure du Québec anulou uma sentença arbitral por entender que o árbitro havia delegado à inteligência artificial não uma tarefa auxiliar, mas o próprio raciocínio decisório. Segundo o mapeamento feito por Mayer Brown [1], foi o primeiro caso publicamente conhecido em que um tribunal estatal deixou sem efeito um
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