O debate sobre a elegibilidade de Deltan Dallagnol em 2026 não deve ser reduzido a uma disputa retórica entre coisa julgada e precedente [1]. Antes dela, há uma pergunta mais simples, e metodologicamente indispensável: o que, afinal, o Tribunal Superior Eleitoral efetivamente decidiu no registro de candidatura de 2022? A resposta importa porque a inelegibilidade
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