Reconhecimento de paternidade pós-morte não exige DNA 100% compatível

Por Samuel Cerri

Mesmo que o exame de DNA indique menos do que 99,9999% de probabilidade de vínculo, a paternidade biológica pode ser reconhecida, principalmente se o teste foi realizado com parentes do pai, falecido, e levando em conta informações sobre a relação familiar. Esse foi o entendimento do juiz Marcelo de Freitas Brito, da Vara Única do

Reconhecimento de paternidade pós-morte não exige DNA 100% compatível Leia no Curador Legal