Nota da Curadoria Lacunas entre Brasília e o aeroporto de Porto Iguaçu sustetam boatos sobre passagem por Foz do Iguaçu e cobram explicações da Polícia Federal. A ausência de registros no trecho que ligaria a residência de Flávio Bolsonaro em Brasília ao aeroporto de Porto Iguaçu, na Argentina, elevou a tensão política e passou a exigir esclarecimentos da Polícia Federal nesta quinta‑feira, 29 de outubro de 2026. As lacunas no trajeto alimentaram uma série de boatos sobre uma eventual passagem do senador por Foz do Iguaçu, apontada por fontes como um dos últimos locais em que ele poderia ter estado em território brasileiro. A multiplicação de versões públicas pressionou a corporação a oferecer respostas que, segundo a apuração disponível, ainda não existem.
A combinação entre falta de elementos verificáveis e a difusão acelerada de mensagens nas redes sociais transformou uma lacuna documental em assunto central do dia. A hipótese de passagem por Foz deixou de ser apenas uma linha de investigação para se tornar mote de disputas políticas e de cobertura jornalística intensa. Os principais afetados são o próprio senador, cuja imagem passa a ser marcada por relatos e suposições, e a Polícia Federal, colocada sob forte escrutínio por parte de parlamentares, jornalistas e da opinião pública. Autoridades locais em Foz do Iguaçu e moradores também foram arrastados para a onda de especulação, ainda sem confirmação oficial de presença do senador na cidade.
Até agora, a corporação não apresentou registros que preencham as lacunas apontadas no trajeto. A persistência das omissões documentais alimenta teorias e aumenta o risco de politização da investigação; a resposta definitiva sobre o percurso e eventuais eventos em solo brasileiro permanece pendente. Leia a matéria completa em Folha - Poder: acessar a publicação original .