A Justiça de São Paulo determinou o arresto de até R$ 300 mil em valores mantidos em planos de previdência privada em nome de um dos sócios ligados à Fictor, após documentos levados ao processo apontarem aproximadamente R$ 2,8 milhões em quatro aplicações do tipo VGBL administradas pela Brasilprev. A ordem foi proferida pelo juiz Carlos Alexandre Aiba Aguemi, da 11ª Vara Cível do Foro Regional de Santo Amaro, em São Paulo. A medida foi requerida pelo advogado Vitor Gomes R. de Mello (@vitorgrmel
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